Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da “ invisibilidade publica”. “Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível” Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada a divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. “Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. As vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão”, diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silencio a defesa contra quem os ignora.
ele foi d+ com todo esse trabalho ... parabéns!!!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
INVISIBILIDADE SOCIAL .
O idel do progeto e criar melhores condições para pessoas que passam por despercebidas na sociedade de hoje esse numero de pessoas e enorme e junto comigo o professor Duarte da escola polivalente tentamos tornar visivel "os invisiveis " da sociedade com a divulgação desse nosso progeto maravilhoso.
Pessoas como : garis, faxineiros, empacotadores, porteiros , não são vistos como fazendo parte de nosso mundo social com isso tentamos trazer a valorização dessas pessoas eo reconhecimento e a inclusão de pessoas tão importantes que fazem a diferença , eles tem que ter seu espaço tal como medicos, engenheiros, advogados ... são pessoas importante, mas que são tão desvalorizadas
por : samara maria sousa batista
professor Duarte da escola polivalente
O idel do progeto e criar melhores condições para pessoas que passam por despercebidas na sociedade de hoje esse numero de pessoas e enorme e junto comigo o professor Duarte da escola polivalente tentamos tornar visivel "os invisiveis " da sociedade com a divulgação desse nosso progeto maravilhoso.
Pessoas como : garis, faxineiros, empacotadores, porteiros , não são vistos como fazendo parte de nosso mundo social com isso tentamos trazer a valorização dessas pessoas eo reconhecimento e a inclusão de pessoas tão importantes que fazem a diferença , eles tem que ter seu espaço tal como medicos, engenheiros, advogados ... são pessoas importante, mas que são tão desvalorizadas
por : samara maria sousa batista
professor Duarte da escola polivalente
A invisibilidade social é um conceito aplicado a seres socialmente invisíveis, seja pela indiferença ou pelo preconceito. No livro “Homens invisíveis: relatos de uma humilhação social”, o psicólogo Fernando Braga da Costa conseguiu comprovar a existência da invisibilidade pública, por meio de uma mudança de personalidade. Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari na Universidade de São Paulo. Segundo ele, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”.Há vários fatores que podem contribuir para que essa invisibilidade ocorra: sociais, culturais, econômicos e estéticos. De acordo com psicólogo Samuel Gachet a invisibilidade pode levar a processos depressivos, de abandono e de aceitação da condição de “ninguém”, mas também pode levar a mobilização e organização da minoria discriminada.
Conseqüências
A invisibilidade social provoca sentimentos de desprezo e humilhação em indivíduos que com ela convivem. invisível pode levar as pessoas a processos depressivos. “‘Aparecer’ é ser importante para a espécie humana, ser valorizado de alguma forma é parte integrante de nossa passagem pela vida, temos que ser alguém, um bom profissional, um bom estudante, um bom pai, uma boa mãe, enfim, desempenhar com louvor algum papel social”.
Conseqüências
A invisibilidade social provoca sentimentos de desprezo e humilhação em indivíduos que com ela convivem. invisível pode levar as pessoas a processos depressivos. “‘Aparecer’ é ser importante para a espécie humana, ser valorizado de alguma forma é parte integrante de nossa passagem pela vida, temos que ser alguém, um bom profissional, um bom estudante, um bom pai, uma boa mãe, enfim, desempenhar com louvor algum papel social”.
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